Polícia Civil deflagra operação contra compradores de vídeos de abuso infantil vendidos pela internet

|

às

Polícia Civil deflagra operação contra compradores de vídeos de abuso infantil vendidos pela internet

|

|

A Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) deflagrou, na última segunda-feira (27/10), a “Operação Rifa Sombria”, contra suspeitos de comprar vídeos de abuso sexual de uma menina de 13 anos, gravados e vendidos na internet sob o disfarce de rifas digitais. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na capital, na Baixada e no interior. Quatro homens foram presos em flagrante e outras duas pessoas foram conduzidas para a delegacia.

As investigações apontaram que o principal investigado, preso em janeiro deste ano pela equipe da DCAV, filmava os abusos e promovia sorteios virtuais para venda do conteúdo criminoso. Na época da captura, foram apreendidos aparelhos eletrônicos que, após intenso trabalho de inteligência e análise técnica, permitiram apontar os consumidores dessa cadeia criminosa.

A ação buscou identificar e responsabilizar os compradores e financiadores dessa rede de exploração, que alimentavam o ciclo de violência.

“O combate aos abusadores precisa atingir também quem sustenta esse mercado. Quem compra, participa. Quem paga também violenta”, afirmou o delegado Cristiano do Vale Maia, titular da DCAV.

Share this content on your social networks:

Translate your content for a better experience:

A Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) deflagrou, na última segunda-feira (27/10), a “Operação Rifa Sombria”, contra suspeitos de comprar vídeos de abuso sexual de uma menina de 13 anos, gravados e vendidos na internet sob o disfarce de rifas digitais. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na capital, na Baixada e no interior. Quatro homens foram presos em flagrante e outras duas pessoas foram conduzidas para a delegacia.

As investigações apontaram que o principal investigado, preso em janeiro deste ano pela equipe da DCAV, filmava os abusos e promovia sorteios virtuais para venda do conteúdo criminoso. Na época da captura, foram apreendidos aparelhos eletrônicos que, após intenso trabalho de inteligência e análise técnica, permitiram apontar os consumidores dessa cadeia criminosa.

A ação buscou identificar e responsabilizar os compradores e financiadores dessa rede de exploração, que alimentavam o ciclo de violência.

“O combate aos abusadores precisa atingir também quem sustenta esse mercado. Quem compra, participa. Quem paga também violenta”, afirmou o delegado Cristiano do Vale Maia, titular da DCAV.

PUBLICIDADE