Lewandowski não comparece a audiência e CREDN quer Comissão Geral

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Lewandowski não comparece a audiência e CREDN quer Comissão Geral

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) vai defender, junto ao presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (REPUBLICANOS/PB), a realização de Comissão Geral do Plenário, para tratar do crime organizado e o domínio territorial por parte das facções CV e PCC. A decisão é uma reação à ausência do ministro da Justiça…

Filipe Barros é o atual presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) vai defender, junto ao presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (REPUBLICANOS/PB), a realização de Comissão Geral do Plenário, para tratar do crime organizado e o domínio territorial por parte das facções CV e PCC.

A decisão é uma reação à ausência do ministro da Justiça e Segurança Pública, à audiência desta terça-feira, 4, para a qual estava convocado. No total, foram três as tentativas da CREDN de ouvir Ricardo Lewandowski, em 27 de maio, 13 de agosto e 4 de novembro.

“É lamentável e revoltante e a ausência do ministro desmoraliza o Parlamento. Não é opção o ministro comparecer ou não. Todas as medidas legais serão adotadas e o ministro responderá por crime de responsabilidade”, assegurou Filipe Barros (PL/PR), presidente da CREDN.

Por sugestão do deputado Marcel van Hattem (NOVO/RS), a CREDN irá trabalhar para que Lewandowski seja convocado a prestar esclarecimentos sobre as ações e omissões do governo, em Comissão Geral, sessão que é realizada no Plenário da Câmara e aberta a todos os deputados. “Ele ainda acha que é ministro do STF e repete seu antecessor, Flávio Dino, que também ignorou convocação para se explicar na Câmara”, lembrou van Hattem.

Gustavo Gayer (PL/GO) também lamentou a ausência do ministro e resumiu a política de segurança pública de Lula ao investimento de R$ 1 milhão com influenciadores digitais. “Este governo sequer chega a fracassar, pois para isso precisaria ter uma política. O que este governo faz é proteger o crime organizado dá mesma forma que protege aqueles que roubaram milhões dos aposentados do INSS”, explicou.

O deputado revelou, ainda, que sob Ricardo Lewandowski, o Ministério da Justiça e Segurança Pública sequer responde aos requerimentos de informação dos deputados. “Não por outra razão, as pesquisas revelam que a sociedade não percebe o governo atuando no combate ao crime organizado”, assinalou.

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) vai defender, junto ao presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (REPUBLICANOS/PB), a realização de Comissão Geral do Plenário, para tratar do crime organizado e o domínio territorial por parte das facções CV e PCC. A decisão é uma reação à ausência do ministro da Justiça…

Filipe Barros é o atual presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional

A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) vai defender, junto ao presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (REPUBLICANOS/PB), a realização de Comissão Geral do Plenário, para tratar do crime organizado e o domínio territorial por parte das facções CV e PCC.

A decisão é uma reação à ausência do ministro da Justiça e Segurança Pública, à audiência desta terça-feira, 4, para a qual estava convocado. No total, foram três as tentativas da CREDN de ouvir Ricardo Lewandowski, em 27 de maio, 13 de agosto e 4 de novembro.

“É lamentável e revoltante e a ausência do ministro desmoraliza o Parlamento. Não é opção o ministro comparecer ou não. Todas as medidas legais serão adotadas e o ministro responderá por crime de responsabilidade”, assegurou Filipe Barros (PL/PR), presidente da CREDN.

Por sugestão do deputado Marcel van Hattem (NOVO/RS), a CREDN irá trabalhar para que Lewandowski seja convocado a prestar esclarecimentos sobre as ações e omissões do governo, em Comissão Geral, sessão que é realizada no Plenário da Câmara e aberta a todos os deputados. “Ele ainda acha que é ministro do STF e repete seu antecessor, Flávio Dino, que também ignorou convocação para se explicar na Câmara”, lembrou van Hattem.

Gustavo Gayer (PL/GO) também lamentou a ausência do ministro e resumiu a política de segurança pública de Lula ao investimento de R$ 1 milhão com influenciadores digitais. “Este governo sequer chega a fracassar, pois para isso precisaria ter uma política. O que este governo faz é proteger o crime organizado dá mesma forma que protege aqueles que roubaram milhões dos aposentados do INSS”, explicou.

O deputado revelou, ainda, que sob Ricardo Lewandowski, o Ministério da Justiça e Segurança Pública sequer responde aos requerimentos de informação dos deputados. “Não por outra razão, as pesquisas revelam que a sociedade não percebe o governo atuando no combate ao crime organizado”, assinalou.

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