Sob o legado de Sampaio, CML reverencia a força histórica da Infantaria brasileira

Solenidade no Campo de Parada Brigadeiro Sampaio reuniu autoridades militares e exaltou a tradição, a operacionalidade e o espírito combatente da Rainha das Armas.

|

Sob o legado de Sampaio, CML reverencia a força histórica da Infantaria brasileira

Solenidade no Campo de Parada Brigadeiro Sampaio reuniu autoridades militares e exaltou a tradição, a operacionalidade e o espírito combatente da Rainha das Armas.

|

O Comando Militar do Leste realizou, em 19 de maio de 2026, a solenidade alusiva ao Dia da Infantaria no Campo de Parada Brigadeiro Sampaio, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. A cerimônia reuniu tropas da Arma de Infantaria, autoridades civis e militares e representantes de organizações militares subordinadas ao CML, em uma celebração marcada pela preservação das tradições históricas da Força Terrestre e pela valorização da capacidade operacional da chamada “Rainha das Armas”.

O evento contou com a presença do Comandante do Comando Militar do Leste, Gen Ex Pedro Celso Coelho Montenegro; do Comandante da 1ª Divisão de Exército, Gen Div Fabiano Lima de Carvalho; e do Comandante da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, Gen Bda Sergio Ricardo Reis Matos.

A memória de Sampaio permanece não apenas como referência histórica, mas como elemento permanente de identidade, espírito de corpo e inspiração para as novas de combatentes da “Rainha das Armas”. (Cb Elba/1ª DE)

Celebrado anualmente em 24 de maio, o Dia da Infantaria rememora o nascimento de Sampaio, militar reconhecido como uma das figuras mais emblemáticas da história militar brasileira. Patrono da Arma de Infantaria, o Brigadeiro destacou-se especialmente durante a Guerra da Tríplice Aliança, conflito em que consolidou reputação pela liderança em combate, disciplina de tropa e capacidade de comando em operações terrestres de elevada intensidade.

A escolha do Campo de Parada Brigadeiro Sampaio para a realização da solenidade reforça o simbolismo histórico da data. O espaço, localizado na Vila Militar, constitui um dos principais cenários de cerimônias militares do Exército Brasileiro e preserva forte ligação histórica com a formação e a tradição operacional das tropas de Infantaria sediadas no Rio de Janeiro.

Ao longo de sua evolução histórica, a Infantaria consolidou-se como o núcleo essencial do combate terrestre. Tradicionalmente responsável pela conquista e manutenção do terreno, a Arma passou por sucessivos processos de modernização doutrinária, tecnológica e organizacional, incorporando novos sistemas de armas, meios mecanizados, capacidades de guerra urbana, operações aeromóveis e emprego em ambientes operacionais complexos.

No contexto contemporâneo, a Infantaria brasileira mantém papel central nas capacidades de pronta resposta da Força Terrestre, atuando em operações convencionais, missões de garantia da lei e da ordem, defesa de áreas estratégicas, operações de paz e ações interagências. Sua flexibilidade operacional e adaptabilidade tática permanecem como características estruturantes do emprego da tropa no ambiente de combate moderno.

O CML abriga parte significativa da memória operacional da Infantaria, com à presença de unidades históricas na guarnição da Vila Militar. (Cb Elba/1ª DE)

No âmbito do Comando Militar do Leste, a celebração possui relevância particular em razão da concentração histórica de organizações de Infantaria na região, incluindo brigadas, tradicionais batalhões, organizações de formação e tropas de emprego estratégico do Exército Brasileiro. O CML abriga parte significativa da memória operacional da Infantaria nacional, especialmente vinculada às tradições da Vila Militar, com à presença de unidades históricas como o 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado – Escola, o Regimento Sampaio, que lutou heroicamente na Guerra da Tríplice Aliança e integrou a Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, e o 2º Batalhão de Infantaria Motorizado – Escola, o Regimento Avaí, unidade militar mais antiga do Exército Brasileiro, com mais de três séculos de história, e formador do efetivo inicial do Batalhão Suez.

Mais do que uma cerimônia institucional, a celebração do Dia da Infantaria representou a reafirmação dos valores históricos associados à Arma: coragem, rusticidade, disciplina, resistência e espírito de missão. Em cada fração formada no Campo de Parada Brigadeiro Sampaio esteve presente a continuidade de uma tradição construída por gerações de combatentes que fizeram da Infantaria o elemento decisivo do combate terrestre brasileiro.

Sampaio: o patrono que transformou coragem em legado permanente da Infantaria Brasileira

A figura do Brigadeiro Antônio de Sampaio permanece como um dos pilares simbólicos da identidade histórica da Infantaria do Exército Brasileiro. Nascido em 24 de maio de 1810, no Ceará, Sampaio construiu sua trajetória militar em campanhas internas e conflitos externos do Império, consolidando-se como referência de liderança combatente e dedicação absoluta à missão militar.

O legado do patrono da Infantaria transcende a dimensão histórica e permanece incorporado à cultura profissional da Infantaria brasileira. (Cb Elba/1ª DE)

Seu nome tornou-se definitivamente associado à Infantaria durante a Guerra da Tríplice Aliança, especialmente nos combates de Tuiuti, episódio considerado uma das maiores batalhas campais da história da América do Sul. Mesmo gravemente ferido em combate, Sampaio manteve-se à frente de suas tropas até ser evacuado do campo de batalha, vindo a falecer posteriormente em decorrência dos ferimentos.

O legado do patrono da Infantaria transcende a dimensão histórica e permanece incorporado à cultura profissional da Infantaria brasileira. A memória de Sampaio permanece não apenas como referência histórica, mas como elemento permanente de identidade, espírito de corpo e inspiração para sucessivas gerações de combatentes da “Rainha das Armas”. Seus princípios de liderança pelo exemplo, resistência física e moral, coesão de tropa e determinação no cumprimento da missão continuam sendo elementos centrais da formação do infante moderno.

Share this content on your social networks:

Translate your content for a better experience:

O Comando Militar do Leste realizou, em 19 de maio de 2026, a solenidade alusiva ao Dia da Infantaria no Campo de Parada Brigadeiro Sampaio, na Vila Militar, no Rio de Janeiro. A cerimônia reuniu tropas da Arma de Infantaria, autoridades civis e militares e representantes de organizações militares subordinadas ao CML, em uma celebração marcada pela preservação das tradições históricas da Força Terrestre e pela valorização da capacidade operacional da chamada “Rainha das Armas”.

O evento contou com a presença do Comandante do Comando Militar do Leste, Gen Ex Pedro Celso Coelho Montenegro; do Comandante da 1ª Divisão de Exército, Gen Div Fabiano Lima de Carvalho; e do Comandante da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada, Gen Bda Sergio Ricardo Reis Matos.

A memória de Sampaio permanece não apenas como referência histórica, mas como elemento permanente de identidade, espírito de corpo e inspiração para as novas de combatentes da “Rainha das Armas”. (Cb Elba/1ª DE)

Celebrado anualmente em 24 de maio, o Dia da Infantaria rememora o nascimento de Sampaio, militar reconhecido como uma das figuras mais emblemáticas da história militar brasileira. Patrono da Arma de Infantaria, o Brigadeiro destacou-se especialmente durante a Guerra da Tríplice Aliança, conflito em que consolidou reputação pela liderança em combate, disciplina de tropa e capacidade de comando em operações terrestres de elevada intensidade.

A escolha do Campo de Parada Brigadeiro Sampaio para a realização da solenidade reforça o simbolismo histórico da data. O espaço, localizado na Vila Militar, constitui um dos principais cenários de cerimônias militares do Exército Brasileiro e preserva forte ligação histórica com a formação e a tradição operacional das tropas de Infantaria sediadas no Rio de Janeiro.

Ao longo de sua evolução histórica, a Infantaria consolidou-se como o núcleo essencial do combate terrestre. Tradicionalmente responsável pela conquista e manutenção do terreno, a Arma passou por sucessivos processos de modernização doutrinária, tecnológica e organizacional, incorporando novos sistemas de armas, meios mecanizados, capacidades de guerra urbana, operações aeromóveis e emprego em ambientes operacionais complexos.

No contexto contemporâneo, a Infantaria brasileira mantém papel central nas capacidades de pronta resposta da Força Terrestre, atuando em operações convencionais, missões de garantia da lei e da ordem, defesa de áreas estratégicas, operações de paz e ações interagências. Sua flexibilidade operacional e adaptabilidade tática permanecem como características estruturantes do emprego da tropa no ambiente de combate moderno.

O CML abriga parte significativa da memória operacional da Infantaria, com à presença de unidades históricas na guarnição da Vila Militar. (Cb Elba/1ª DE)

No âmbito do Comando Militar do Leste, a celebração possui relevância particular em razão da concentração histórica de organizações de Infantaria na região, incluindo brigadas, tradicionais batalhões, organizações de formação e tropas de emprego estratégico do Exército Brasileiro. O CML abriga parte significativa da memória operacional da Infantaria nacional, especialmente vinculada às tradições da Vila Militar, com à presença de unidades históricas como o 1º Batalhão de Infantaria Mecanizado – Escola, o Regimento Sampaio, que lutou heroicamente na Guerra da Tríplice Aliança e integrou a Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, e o 2º Batalhão de Infantaria Motorizado – Escola, o Regimento Avaí, unidade militar mais antiga do Exército Brasileiro, com mais de três séculos de história, e formador do efetivo inicial do Batalhão Suez.

Mais do que uma cerimônia institucional, a celebração do Dia da Infantaria representou a reafirmação dos valores históricos associados à Arma: coragem, rusticidade, disciplina, resistência e espírito de missão. Em cada fração formada no Campo de Parada Brigadeiro Sampaio esteve presente a continuidade de uma tradição construída por gerações de combatentes que fizeram da Infantaria o elemento decisivo do combate terrestre brasileiro.

Sampaio: o patrono que transformou coragem em legado permanente da Infantaria Brasileira

A figura do Brigadeiro Antônio de Sampaio permanece como um dos pilares simbólicos da identidade histórica da Infantaria do Exército Brasileiro. Nascido em 24 de maio de 1810, no Ceará, Sampaio construiu sua trajetória militar em campanhas internas e conflitos externos do Império, consolidando-se como referência de liderança combatente e dedicação absoluta à missão militar.

O legado do patrono da Infantaria transcende a dimensão histórica e permanece incorporado à cultura profissional da Infantaria brasileira. (Cb Elba/1ª DE)

Seu nome tornou-se definitivamente associado à Infantaria durante a Guerra da Tríplice Aliança, especialmente nos combates de Tuiuti, episódio considerado uma das maiores batalhas campais da história da América do Sul. Mesmo gravemente ferido em combate, Sampaio manteve-se à frente de suas tropas até ser evacuado do campo de batalha, vindo a falecer posteriormente em decorrência dos ferimentos.

O legado do patrono da Infantaria transcende a dimensão histórica e permanece incorporado à cultura profissional da Infantaria brasileira. A memória de Sampaio permanece não apenas como referência histórica, mas como elemento permanente de identidade, espírito de corpo e inspiração para sucessivas gerações de combatentes da “Rainha das Armas”. Seus princípios de liderança pelo exemplo, resistência física e moral, coesão de tropa e determinação no cumprimento da missão continuam sendo elementos centrais da formação do infante moderno.

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

últimas notícias

PARCERIA