Destinus, OMT e CUBEDIN unem forças em módulo C-UAS conteinerizado

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Destinus, OMT e CUBEDIN unem forças em módulo C-UAS conteinerizado

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As empresas europeias de defesa Destinus, CUBEDIN e OMT firmaram um Memorando de Entendimento (MoU) para integrar o sistema interceptador antidrone Hornet em um módulo de missão conteinerizado e padronizado, especificamente projetado para embarcações de combate de superfície. Este acordo estratégico visa aprimorar as capacidades defensivas navais frente às crescentes ameaças aéreas. A colaboração foi anunciada durante o DALO Industry Days 2026, em Herning, Dinamarca, onde as entidades apresentaram o esforço conjunto para desenvolver uma capacidade naval de contra-sistemas aéreos não tripulados (C-UAS) modular e conteinerizada.

O projeto centraliza-se na integração da família de interceptadores Hornet da Destinus em módulos de missão que seguem os padrões de contêineres ISO de 10 ou 20 pés. Essa abordagem padronizada facilita a integração rápida em navios de guerra existentes e futuros, sem a necessidade de modificações estruturais extensas. O sistema oferece às marinhas uma camada defensiva escalável e de menor custo contra ameaças aéreas de alto volume, focando especificamente em sistemas aéreos não tripulados (UAS) da Classe 2 e ameaças similares, que representam um desafio crescente para a segurança marítima contemporânea.

Colaboração industrial e o conceito modular

Conforme o Memorando de Entendimento, cada parceiro contribui com uma competência fundamental para o desenvolvimento desta capacidade conteinerizada. A Destinus fornecerá o sistema interceptador Hornet e sua arquitetura interna de lançador/carga útil de missão, componentes essenciais para a eficácia do interceptor. OMT Group A/S será responsável pela engenharia geral da plataforma naval, garantindo a integração estrutural do módulo e as adaptações necessárias ao projeto das embarcações, assegurando robustez e funcionalidade em ambiente marítimo. A CUBEDIN A/S, por sua vez, provê suas interfaces padronizadas de modularidade de missão e o framework de software de integração, cruciais para um acoplamento físico, elétrico e de dados eficiente com as plataformas hospedeiras. Ao utilizar os footprints de contêineres ISO de 10 e 20 pés, os parceiros permitem que os navios de combate de superfície embarquem ou desembarquem a capacidade C-UAS conforme os perfis de missão exigidos, sem a necessidade de grandes revisões em seus sistemas de gerenciamento de combate (CMS) ou alterações estruturais, otimizando tempo e recursos.

Enfrentando a ameaça de drones de alto volume

Esta iniciativa aborda um desafio estratégico cada vez mais premente para as frotas de superfície modernas: a necessidade de neutralizar drones aéreos de baixo custo em massa, sem esgotar os estoques limitados de mísseis superfície-ar (SAMs) de alto valor. A proliferação de UAS de baixo custo, frequentemente empregados em ataques de saturação, exige uma resposta defensiva que seja tanto eficaz quanto economicamente viável, evitando o desequilíbrio de custos de usar mísseis caros contra alvos de menor valor. Wouter van Beek, Chief Commercial Officer da Destinus, ressalta a urgência da situação: “As marinhas precisam de mais capacidade de defesa e dissuasão contra ameaças que continuam a se multiplicar, sem gastar um míssil de alto valor em cada engajamento. Uma arquitetura de missão modular é uma forma prática de levar o Hornet a bordo de diferentes classes de navios sem redesenhar a embarcação em torno dele.”

Complementando essa visão, Kåre Groes Christiansen, CEO da OMT Group A/S, enfatiza que “Modularidade e adaptabilidade estão se tornando requisitos definidores para futuras capacidades navais. Combinar tecnologia de interceptores com engenharia de plataforma naval e interfaces padronizadas permite às marinhas adicionar novas capacidades defensivas sem esperar por uma nova classe de navios.” Essas perspectivas sublinham a importância estratégica da abordagem modular para a modernização e adaptabilidade das frotas, oferecendo flexibilidade para modernizações (retrofits) de embarcações existentes quanto para novas construções (newbuilds). Danny Ingemann, CEO da CUBEDIN A/S, elucida o desafio da implementação: “Efetores avançados não se tornam capacidade operacional por si só. Eles precisam ser integrados de forma segura e eficiente na plataforma. Juntamente com a Destinus e a OMT, estamos construindo uma abordagem de integração padronizada que encurta o caminho do conceito à capacidade no mar.”

O caminho de desenvolvimento para a carga útil modular do Hornet seguirá etapas rigorosas, incluindo a Revisão Preliminar de Projeto (PDR), a Revisão Crítica de Projeto (CDR) e testes completos de qualificação naval. Essas fases são cruciais para garantir que o sistema atenda aos padrões exigidos para operação em ambientes marítimos. O consórcio pretende apresentar essa capacidade conteinerizada às marinhas europeias que buscam opções adaptáveis de defesa pontual contra ameaças aéreas. Este esforço tripartite surge após outro marco importante para a Destinus, que recentemente garantiu um contrato com o Ministério da Defesa holandês (COMMIT) para conduzir um programa de Desenvolvimento e Avaliação de Conceito (CD&E) visando integrar o interceptador cinético C-UAS Hornet B2 diretamente em navios de guerra da Marinha Real Holandesa até o segundo trimestre de 2027, reforçando a validação e o potencial de suas soluções no cenário de defesa.

Para aprofundar-se nas últimas tendências e análises sobre defesa, geopolítica e segurança, e manter-se atualizado sobre os desenvolvimentos mais críticos no cenário internacional, siga a OP Magazine em nossas redes sociais. Conecte-se conosco para acesso exclusivo a conteúdo especializado e discussões pertinentes que moldam o futuro da segurança global.

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As empresas europeias de defesa Destinus, CUBEDIN e OMT firmaram um Memorando de Entendimento (MoU) para integrar o sistema interceptador antidrone Hornet em um módulo de missão conteinerizado e padronizado, especificamente projetado para embarcações de combate de superfície. Este acordo estratégico visa aprimorar as capacidades defensivas navais frente às crescentes ameaças aéreas. A colaboração foi anunciada durante o DALO Industry Days 2026, em Herning, Dinamarca, onde as entidades apresentaram o esforço conjunto para desenvolver uma capacidade naval de contra-sistemas aéreos não tripulados (C-UAS) modular e conteinerizada.

O projeto centraliza-se na integração da família de interceptadores Hornet da Destinus em módulos de missão que seguem os padrões de contêineres ISO de 10 ou 20 pés. Essa abordagem padronizada facilita a integração rápida em navios de guerra existentes e futuros, sem a necessidade de modificações estruturais extensas. O sistema oferece às marinhas uma camada defensiva escalável e de menor custo contra ameaças aéreas de alto volume, focando especificamente em sistemas aéreos não tripulados (UAS) da Classe 2 e ameaças similares, que representam um desafio crescente para a segurança marítima contemporânea.

Colaboração industrial e o conceito modular

Conforme o Memorando de Entendimento, cada parceiro contribui com uma competência fundamental para o desenvolvimento desta capacidade conteinerizada. A Destinus fornecerá o sistema interceptador Hornet e sua arquitetura interna de lançador/carga útil de missão, componentes essenciais para a eficácia do interceptor. OMT Group A/S será responsável pela engenharia geral da plataforma naval, garantindo a integração estrutural do módulo e as adaptações necessárias ao projeto das embarcações, assegurando robustez e funcionalidade em ambiente marítimo. A CUBEDIN A/S, por sua vez, provê suas interfaces padronizadas de modularidade de missão e o framework de software de integração, cruciais para um acoplamento físico, elétrico e de dados eficiente com as plataformas hospedeiras. Ao utilizar os footprints de contêineres ISO de 10 e 20 pés, os parceiros permitem que os navios de combate de superfície embarquem ou desembarquem a capacidade C-UAS conforme os perfis de missão exigidos, sem a necessidade de grandes revisões em seus sistemas de gerenciamento de combate (CMS) ou alterações estruturais, otimizando tempo e recursos.

Enfrentando a ameaça de drones de alto volume

Esta iniciativa aborda um desafio estratégico cada vez mais premente para as frotas de superfície modernas: a necessidade de neutralizar drones aéreos de baixo custo em massa, sem esgotar os estoques limitados de mísseis superfície-ar (SAMs) de alto valor. A proliferação de UAS de baixo custo, frequentemente empregados em ataques de saturação, exige uma resposta defensiva que seja tanto eficaz quanto economicamente viável, evitando o desequilíbrio de custos de usar mísseis caros contra alvos de menor valor. Wouter van Beek, Chief Commercial Officer da Destinus, ressalta a urgência da situação: “As marinhas precisam de mais capacidade de defesa e dissuasão contra ameaças que continuam a se multiplicar, sem gastar um míssil de alto valor em cada engajamento. Uma arquitetura de missão modular é uma forma prática de levar o Hornet a bordo de diferentes classes de navios sem redesenhar a embarcação em torno dele.”

Complementando essa visão, Kåre Groes Christiansen, CEO da OMT Group A/S, enfatiza que “Modularidade e adaptabilidade estão se tornando requisitos definidores para futuras capacidades navais. Combinar tecnologia de interceptores com engenharia de plataforma naval e interfaces padronizadas permite às marinhas adicionar novas capacidades defensivas sem esperar por uma nova classe de navios.” Essas perspectivas sublinham a importância estratégica da abordagem modular para a modernização e adaptabilidade das frotas, oferecendo flexibilidade para modernizações (retrofits) de embarcações existentes quanto para novas construções (newbuilds). Danny Ingemann, CEO da CUBEDIN A/S, elucida o desafio da implementação: “Efetores avançados não se tornam capacidade operacional por si só. Eles precisam ser integrados de forma segura e eficiente na plataforma. Juntamente com a Destinus e a OMT, estamos construindo uma abordagem de integração padronizada que encurta o caminho do conceito à capacidade no mar.”

O caminho de desenvolvimento para a carga útil modular do Hornet seguirá etapas rigorosas, incluindo a Revisão Preliminar de Projeto (PDR), a Revisão Crítica de Projeto (CDR) e testes completos de qualificação naval. Essas fases são cruciais para garantir que o sistema atenda aos padrões exigidos para operação em ambientes marítimos. O consórcio pretende apresentar essa capacidade conteinerizada às marinhas europeias que buscam opções adaptáveis de defesa pontual contra ameaças aéreas. Este esforço tripartite surge após outro marco importante para a Destinus, que recentemente garantiu um contrato com o Ministério da Defesa holandês (COMMIT) para conduzir um programa de Desenvolvimento e Avaliação de Conceito (CD&E) visando integrar o interceptador cinético C-UAS Hornet B2 diretamente em navios de guerra da Marinha Real Holandesa até o segundo trimestre de 2027, reforçando a validação e o potencial de suas soluções no cenário de defesa.

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