Operação Aratu X, o ápice do adestramento anual da Brigada Fornovo Di Taro

Entre os dias 14 e 21 de novembro, a 12ª Brigada de Infantaria Aeromóvel conduziu a Operação Aratu X na região estratégica do Vale do Paraíba. O exercício representou o ápice do ciclo de adestramento anual da Força de Prontidão da Brigada Fornovo Di Taro.

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Operação Aratu X, o ápice do adestramento anual da Brigada Fornovo Di Taro

Entre os dias 14 e 21 de novembro, a 12ª Brigada de Infantaria Aeromóvel conduziu a Operação Aratu X na região estratégica do Vale do Paraíba. O exercício representou o ápice do ciclo de adestramento anual da Força de Prontidão da Brigada Fornovo Di Taro.

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A escolha do Vale do Paraíba como palco do exercício não foi aleatória. A região, com sua complexa topografia e características demográficas, proporcionou um ambiente desafiador e realista para o adestramento das tropas. A nova labor militar empregada na Operação Aratu X permitiu que os militares se adaptassem a diferentes situações e tomassem decisões rápidas e eficazes em ambientes complexos.

A Operação Aratu X, meticulosamente planejada e executada, teve como objetivo principal consolidar o preparo das tropas da 12ª Bda Inf Amv, aprimorando as habilidades e a coordenação entre os diversos elementos que compõem a Força de Prontidão. Durante os sete dias de atividades intensas, os militares foram submetidos a cenários simulados de combate, que exigiram o emprego de técnicas, táticas e procedimentos (TTP) específicos para operações aeromóveis.

As atividades da Operação Aratu X abrangeram uma ampla gama de áreas, incluindo:

Planejamento e Coordenação: Os oficiais e sargentos da 12ª Bda Inf Amv demonstraram proficiência no planejamento e na coordenação de operações complexas, garantindo a sincronização dos diferentes elementos envolvidos.

Mobilidade Aeromóvel: A utilização de helicópteros como principal meio de transporte e inserção de tropas permitiu que os militares se deslocassem rapidamente para diferentes pontos da área de operações, superando obstáculos naturais e posicionando-se estrategicamente para o combate.

Combate em Áreas Edificadas: O adestramento em combate em áreas edificadas (CAE) foi um dos pontos altos da Operação Aratu X, com os militares demonstrando perícia no emprego de técnicas de progressão, limpeza de edifícios e neutralização de ameaças em ambientes urbanos.

Ações de Reconhecimento e Vigilância: As tropas realizaram ações de reconhecimento e vigilância com o objetivo de obter informações sobre o terreno e as forças adversárias, utilizando equipamentos modernos de comunicação e sensores.

Apoio de Fogo: O emprego de morteiros, obuseiros e outras armas de apoio de fogo foi fundamental para garantir a superioridade de fogo das tropas da 12ª Bda Inf Amv e neutralizar as posições inimigas.

A Operação Aratu X também serviu como oportunidade para testar e validar novos equipamentos e tecnologias, bem como para aprimorar os protocolos de comunicação e interoperabilidade entre os diferentes elementos da Força de Prontidão. Além disso, o exercício permitiu fortalecer os laços de cooperação entre a 12ª Bda Inf Amv e outras organizações militares e civis, como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. 

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A escolha do Vale do Paraíba como palco do exercício não foi aleatória. A região, com sua complexa topografia e características demográficas, proporcionou um ambiente desafiador e realista para o adestramento das tropas. A nova labor militar empregada na Operação Aratu X permitiu que os militares se adaptassem a diferentes situações e tomassem decisões rápidas e eficazes em ambientes complexos.

A Operação Aratu X, meticulosamente planejada e executada, teve como objetivo principal consolidar o preparo das tropas da 12ª Bda Inf Amv, aprimorando as habilidades e a coordenação entre os diversos elementos que compõem a Força de Prontidão. Durante os sete dias de atividades intensas, os militares foram submetidos a cenários simulados de combate, que exigiram o emprego de técnicas, táticas e procedimentos (TTP) específicos para operações aeromóveis.

As atividades da Operação Aratu X abrangeram uma ampla gama de áreas, incluindo:

Planejamento e Coordenação: Os oficiais e sargentos da 12ª Bda Inf Amv demonstraram proficiência no planejamento e na coordenação de operações complexas, garantindo a sincronização dos diferentes elementos envolvidos.

Mobilidade Aeromóvel: A utilização de helicópteros como principal meio de transporte e inserção de tropas permitiu que os militares se deslocassem rapidamente para diferentes pontos da área de operações, superando obstáculos naturais e posicionando-se estrategicamente para o combate.

Combate em Áreas Edificadas: O adestramento em combate em áreas edificadas (CAE) foi um dos pontos altos da Operação Aratu X, com os militares demonstrando perícia no emprego de técnicas de progressão, limpeza de edifícios e neutralização de ameaças em ambientes urbanos.

Ações de Reconhecimento e Vigilância: As tropas realizaram ações de reconhecimento e vigilância com o objetivo de obter informações sobre o terreno e as forças adversárias, utilizando equipamentos modernos de comunicação e sensores.

Apoio de Fogo: O emprego de morteiros, obuseiros e outras armas de apoio de fogo foi fundamental para garantir a superioridade de fogo das tropas da 12ª Bda Inf Amv e neutralizar as posições inimigas.

A Operação Aratu X também serviu como oportunidade para testar e validar novos equipamentos e tecnologias, bem como para aprimorar os protocolos de comunicação e interoperabilidade entre os diferentes elementos da Força de Prontidão. Além disso, o exercício permitiu fortalecer os laços de cooperação entre a 12ª Bda Inf Amv e outras organizações militares e civis, como a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. 

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