
O Nimitz e o destróier de mísseis guiados da classe Arleigh Burke USS Gridley (DDG 101) estão programados para realizar exercícios de passagem e operações no mar com forças marítimas de países parceiros durante a navegação das embarcações no continente sul-americano. A Southern Seas 2026 contará com intercâmbios entre especialistas e oferecerá a oportunidade para autoridades convidadas de países parceiros acompanharem de perto as operações de um porta-aviões. Estão previstas atividades com Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, México, El Salvador, Guatemala e Uruguai, além de escalas portuárias no Brasil, Chile, Panamá e Jamaica.
“A operação Southern Seas 2026 oferece uma oportunidade única para aprimorar a interoperabilidade e a proficiência com as forças de países parceiros em todo o domínio marítimo”, afirmou o contra-almirante Carlos Sardiello, comandante das Forças Navais do Comando Sul dos EUA/4ª Frota. “Missões como essa demonstram nosso compromisso inabalável em garantir um Hemisfério Ocidental seguro e estável. É um exemplo claro de nossa dedicação ao fortalecimento de parcerias marítimas, à construção de confiança e ao trabalho conjunto para enfrentar ameaças comuns”, complementou.
“Estamos ansiosos para dar continuidade ao legado de trabalho em equipe do Nimitz à medida que interagimos e treinamos ao lado de nossos parceiros regionais”, afirmou o contra-almirante Cassidy Norman, comandante do Grupo de Ataque de Porta-Aviões 11.
A Southern Seas 2026 marca a 11ª edição da operação na região desde 2007. Assim como nas edições anteriores, a iniciativa busca reforçar a cooperação, fortalecer parcerias marítimas, enfrentar ameaças e aprimorar a integração das nossas equipes.

Os porta-aviões da classe Nimitz representam o ápice da projeção móvel de poder aeronaval e da presença operacional avançada. Nenhum outro sistema de armas reúne o mesmo nível de capacidade de resposta, autonomia, poder multidimensional, consciência do espaço de batalha (battlespace awareness) e capacidades de comando e controle de um grupo de ataque de porta-aviões e sua ala aérea embarcada.
O Grupo de Ataque do Nimitz é composto pelo próprio Nimitz, como capitânia; a tripulação do Grupo de Ataque de Porta-Aviões 11; o Destroyer Squadron 9 (DESRON 9); pela ala aérea embarcada Carrier Air Wing (CVW) 17; e pelo Gridley. A CVW 17 é formada por seis esquadrões que operam aeronaves F/A-18E/F Super Hornet, EA-18G Growler, C-2A Greyhound e MH-60R/S Seahawk.
Esses esquadrões incluem o Esquadrão Marítimo de Helicópteros (HSM) 73, o Esquadrão de Combate Marítimo de Helicópteros (HSC) 6, o Esquadrão de Apoio Logístico da Frota (VRC) 40, o Esquadrão de Caça de Ataque (VFA) 22, o VFA-137 e o Esquadrão de Ataque Eletrônico (VAQ) 139. A 4ª Frota das Forças Navais do Comando Sul é o parceiro marítimo de confiança das forças do Caribe, da América Central e da América do Sul, contribuindo para o fortalecimento da integração e segurança regional.
A OP Magazine trará a cobertura completa da operação da Southern Seas 2026 e da passagem do USS Nimitz pelo Brasil. Para uma compreensão mais aprofundada sobre as complexas relações internacionais, a geopolítica em evolução e as análises estratégicas que moldam o cenário mundial, convidamos você a seguir a OP Magazine em nossas redes sociais. Mantenha-se atualizado com conteúdo exclusivo e análises de especialistas sobre defesa, segurança e conflitos globais, acessando nossa plataforma para uma visão abrangente e aprofundada.










